domingo, 3 de junho de 2012

12 alimentos para o Cérebro




O que devemos comer para estimular a memória, tornar o pensamento mais ágil e evitar Parkinson e Alzheimer?

Existe uma frase interessante que todo mundo fala “Você é o que você come”. Esta frase que nasceu do senso comum agora ganha força e comprovação científica.


Nós comemos por vários motivos, para nutrir o corpo e aplacar a fome são apenas dois deles. Fatores secundários como satisfação e prazer também estão associados ao comportamento de comer.

Se antes buscávamos o colo de quem aplacava a fome, na vida adulta esse cuidado deve vir da própria iniciativa juntamente com a capacidade de optar pelos alimentos mais adequados e que forneçam mais energia para o cérebro e nos permita assimilar mais as informações, estimular a memória e a integridade mental.

Varias pesquisas enfatizam que existem alimentos que se optarmos por eles atrasaremos em vários anos o desenvolvimento de patologias neurodegenerativas como Parkinson e Alzheimer, então vale muito a pena incluir na alimentação diária alimentos comprovadamente ricos em flavonóides que são substâncias antioxidantes que preservam as células neuronais. São eles:

Mirtilo (ou blueberry que é uma frutinha de cor azul arroxeada e sabor marcante- doce com toque de acidez), frutas vermelhas, grãos de cereais, frutas cítricas, chocolate amargo, chás (branco e verde), vinho tinto, derivados de soja (tofú é um exemplo), café, verduras escuras (como espinafre), temperos frescos (salsinha, tomatinho, e cebola) e especiarias (orégano, salsa, pimenta etc.).

 Os flavonóides ajudam ainda a impedir os lapsos de memória como também o aprendizado, a compreensão verbal e habilidade numérica. Pesquisadores estudam durante décadas o potencial dos flavanóides para melhorar a imunidade, prevenir o câncer e reduzir os processos inflamatórios.

Em outra pesquisa publicada no Jornal of Clinical Nutricion relata que seis porções diárias de alimentos ricos em vitamina C podem diminuir em mais de 40% o risco de derrame.

Desde a Antiguidade houve preocupação de evitar ou intensificar o consumo de certos alimentos quando se usavam medicamentos; hoje se sabe que excesso ou falta de sódio podem interferir no tratamento do transtorno bipolar; já os queijos amarelos interagem mal com alguns antidepressivos.

Queijos como cheddar, o Ementhal, o Roquefor, o Provolone, A Mussarela e o Parmesão apresentam elevado teor de tiramina; ingeridos com certos medicamentos podem levar a morte.

Alguns flavonóides podem até contribuir para o crescimento de novas células no hipocampo.

Optar por um cardápio com esses produtos é um bom jeito de cuidar dos neurônios.

Seguindo as recomendações de alimentação saudável do Departamento de agricultura dos Estados Unidos que sugere a ingestão de duas xícaras de frutas e duas xícaras e meia de verduras diariamente, podemos ter certeza de estarmos ingerindo uma grande variedade de compostos promotores da saúde.




E daqui a alguns anos esse hábito poderá nos ajudar a lembrar onde deixamos a chave do carro.






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