quinta-feira, 26 de março de 2015

PÉROLAS DO CURRÍCULO LATTES


"A Plataforma Lattes é um sistema do CNPq que armazena currículos de pesquisadores, acadêmicos e instituições de Ciência e Tecnologia de todo Brasil. Além de ser a principal referência em processos seletivos para bolsas, cursos de mestrado, cursos de doutorados e concursos públicos, visa também fortalecer o intercâmbio entre pesquisadores e instituições e servir como fonte de informações para estudos e pesquisas. Na medida em que essas informações são recorrentes e cumulativas, a Plataforma Lattes ajuda a preservar a memória da atividade de pesquisa no país.

Entretanto, grande parte da população, infelizmente, não conhece a finalidade da Plataforma Lattes e em meio a tantas novas redes sociais que brotam todos os dias, acabam confundindo as finalidades e criando currículos, digamos, bem diferentes dos padrões acadêmicos.

Não que as palavras abaixo não sejam fofas e até sejam “bonitinhas” em alguns casos. Mas se você pensar na finalidade da Plataforma é possível enxergar o quanto estão fora do propósito inicial. Aos mais incrédulos, afirmamos que todos os currículos são verdadeiros, extraídos da Plataforma Lattes e enviados para o site por nossos leitores. Mesmo que as informações sejam públicas, as identificações foram retiradas para preservar seus respectivos proprietários".
clique na imagem para ver em tamanho maior.



















































Confira o site de origem desta postagem: http://posgraduando.com/blog/humor/perolas-do-curriculo-lattes

sexta-feira, 6 de março de 2015

DEPRESSÃO: UMA QUESTÃO QUE SEU MÉDICO NÃO PODE RESOLVER PARA VOCÊ

     

 Um estudo publicado no periódico americano Health Affairs, mostrou que clínicos geralmente prescrevem antidepressivos sem o diagnóstico preciso. “Os psiquiatras são mais aptos a monitorar os sintomas de depressão e personalizar o tratamento, com medicamentos ou com terapia”, diz o psiquiatra Michael Peterson, da Universidade de Winsconsin (EUA).
        Imagine uma pessoa que teve a morte de um ente querido, por essa razão o sujeito entra depois de um longo tempo de não superação do luto pela perda, em estado depressivo. A pessoa fica “alegre” e percebe que melhorou, algum tempo depois os sintomas voltam, mas agora o sujeito não associa a recaída com o verdadeiro fator da depressão, que neste caso são fatores emocionais. O sujeito volta ao psiquiatra que novamente prescreve antidepressivo, agora com maior dosagem devido a recaída e fica neste ciclo de ir ao médico e ter recaída.

        A causa da depressão do sujeito é a morte de seu ente querido, o médico receita antidepressivo, o problema não é resolvido, e por quê? Simples, o medicamento apenas faz uma anestesia dos reais sintomas, de modo que o verdadeiro problema não é resolvido. Para que se tenha a solução é necessário um atendimento com psicólogo, de modo que a função da terapia é a solução do real conflito, neste caso o tratamento com medicamento se torna ineficaz pois os fatores estabelecidos e encadeados devem ser o foco do tratamento, não apenas a contemplação biológica de equilíbrio hormonal.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

PEDOFILIA (PARTE III)



Como a ciência explica o desejo sexual por crianças?

Qual o perfil de quem abusa de menores?

Por que o erotismo infantil atrai tanta gente?

 
Glenn Wilson, professor de psicologia na Universidade de Londres, Inglaterra, realizou extensa pesquisa para definir o padrão de um pedófilo. A maioria dos pedófilos tem entre 30 e 45 anos e é do sexo masculino (95%). Desses, 71% gostam de meninos, embora sejam, em sua maioria, homossexuais, é importante destacar aqui que se trata de uma constatação realizada pelo estudo de Glenn Wilson e absolutamente não é uma discriminação a categoria de homossexuais, é importante destacar também que a homossexualidade não está relacionada a pedofilia, mas por esse estudo é possível observar que é uma grande porcentagem de pedofilia com sujeitos que também são homossexuais. Preferem os garotos de 12 a 15 anos. Uma pequena parcela deles costuma escolher crianças menores que 5 anos. Como já comentado na primeira postagem sobre pedofilia, no Brasil, com alguns cantores de Funk, sempre enfatizam em suas músicas a relação com pessoas menores “novinhas”, assim levanta-se o questionamento se isso não reforça a atração infantil já que “as novinhas”, são “as crianças”.

Os dois aspectos que envolvem a atração de tanta gente a respeito do erotismo infantil são a inocência e a boa aparência das crianças. A maior dessas qualidades físicas é a ausência de pelos pubianos. É por isso que o “teto” dos pedófilos costuma ser a idade de 15 anos, quando os primeiros pelos começam a aparecer, a voz engrossa (no caso dos meninos, claro), sinais de independência se manifestam na personalidade.

A história do erotismo infantil está ligada a trajetória da humanidade.

Evidências culturais, biológicas e psicológicas nos ajudam a entender o problema. Por exemplo, em aproximadamente 450 culturas tradicionais, a idade ideal para contrair matrimônio está entre 12 e 15 anos. A beleza juvenil, ainda em desenvolvimento, seria o maior atrativo para os machos.

Agora duas questões importantíssimas: as ciências da psicologia comportamental e a biologia explicam que quanto mais jovem uma mulher, maiores são as chances de ocorrer uma fecundação bem sucedida. Com o passar dos anos, a produção de espermatozoides diminui e o homem procura mulheres que oferecem maior possibilidade de uma boa fecundação, e essas mulheres são as mais jovens. Outro fator nessa equação: a beleza imatura, a pele suave, as maças do rosto ainda rosadas e o nariz pequeno evocam a infância e despertam o instinto da proteção do adulto.

Proteção e dominação constituem os pilares básicos da pedofilia. A medida que amadurecem, homens procuram pessoas mais jovens por causa de inseguranças psicológicas (inclusive em relação ao tamanho e ao desempenho do pênis). O sexo com menores seria uma forma cada vez mais debatida pela sociedade, de um adulto afirmar sua segurança, ainda que precária.

É tarefa difícil lidar com o mundo da pedofilia. O certo é que a inocência infantil deve ser preservada. Assim como um futuro livre de traumas.

Para finalizar, é importante destacar que se você que está lendo, presenciar, ver qualquer ato de incitação a pedofilia, você está obrigado a denunciar, claro que as vezes a pedofilia está relacionada a pessoas próximas ou mesmo da própria família, mas esse ato não pode ser tratado com omissão.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

PEDOFILIA F64.4 (PARTE II)


Como a ciência explica o desejo sexual por crianças?

Qual é o perfil de quem abusa de menores?

Por que o erotismo infantil atrai tanta gente?

Como visto na parte I, a pedofilia ocorre em grande proporção no lar, o que dizer quando o pedófilo ganha as ruas?
Países como: Brasil, República Checa, Sri Lanka e Filipinas faturam milhões com o turismo sexual todos os anos.
Em Praga, capital da República Checa, uma vasta rede de bordeis masculinos e motéis serve de ponto de encontro para pedófilos do continente. Um dos bordéis mais famosos é o Pinóquio. (A ironia cruel desse nome ligado ao universo infantil só poderia ser obra da cidade natal do escritor Franz Kafka). Ali, durante 24 horas por dia, meninos matam o tempo entre um encontro e outro, perdendo dinheiro nas máquinas de fliperama. Pagos para serem sodomizados, os pequenos prostitutos faturam em dois encontros o equivalente ao salário mensal de um trabalhador de 8 horas diárias, como apurou Fabiano Golgo, jornalista brasileiro radicado em Praga.
Em países asiáticos, meninas de 8 anos tem sua virgindade leiloada em muquifos frequentados por pedófilos das mais variadas procedências, a maioria casados e com filhos.
No Brasil, desde 2000 a secretaria Nacional de Assitencia social, ligada ao ministério da Previdência, mantém o projeto Sentinela, inicialmente implantado no Norte e Nordeste, onde a existência da prostituição infantil, muitas vezes é pouco considerada pelas autoridades locais, que fazem vista grossa para o problema e preferem contar os cifrões do incremento do turismo sexual na receita da região.
Mas afinal quem é o Pedofilo?
Um pedófilo é uma pessoa de 16 anos, ou mais, que se sente atraída sexualmente por crianças e pré-adolescentes. Apresenta, muitas vezes, uma sexualidade pouco desenvolvida e teme a resistência de um parceiro em iguais condições. Sexualmente inibido o pedófilo escolhe como parceiro uma pessoa vulnerável. “Usar uma criança é ter uma ilusão de potência” diz o psicanalista Joel Birman. Em cerca de 25% dos casos, o pedófilo de hoje é a criança molestada de ontem. Em uma leitura analítico-comportamental, podemos observar que a pedofilia não se resume apenas no desejo de forma central, esse desejo é externalizado, assim a pedofilia é um ato de se comportar, é um ato de ir em busca e de se saciar de um desejo que, muitas vezes, o sujeito não controla. Essa privação básica sexual é direcionada a vítima. Muitas vezes é gerado no pedófilo um sentimento de arrependimento pelo que faz, a pedofilia tem tratamento, e esse tratamento visa o controle de seus comportamentos e redirecionamento de sua privação sexual.
Na próxima postagem e última postagem da série, será traçado o impacto da pedofilia e erotismo infantil na sociedade.


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

PEDOFILIA F65.4 (PARTE I)



Como a ciência explica o desejo sexual por crianças?

Qual é o perfil de quem abusa de menores?

Por que o erotismo infantil atrai tanta gente?
Segundo o DSM IV, manual de diagnóstico e estatístico de transtornos mentais em sua IV edição, a Pedofilia é classificada como 302.2, já na CID-10, Classificação Internacional de Doenças, em sua décima edição, a classificação se encontra como F65.4.

A cada dia a palavra pedofilia aparece nos ouvidos escandalizados da sociedade. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define a pedofilia como a ocorrência de práticas sexuais entre um sujeito maior de 16 anos com uma criança na pré-puberdade (13 anos ou menos).

A OMS não classifica a pedofilia como uma doença, os médicos e os psicólogos divergem na forma de classificação e nas estratégias para combater o problema.

Segundo a psicanálise, a pedofilia é definida como uma perversão sexual. Não se trata, propriamente, de uma doença, mas de uma parafilia: um distúrbio psíquico que se caracteriza pela obsessão por práticas sexuais não aceitas pela sociedade, como o sadomasoquismo e o exibicionismo.

A criança nunca é parceira na relação de um pedófilo, mas seu objeto, pois é um ser indefeso, dominado sadicamente, como afirma o psicanalista carioca Joel Birman, que atende em seu consultório as vítimas da pedofilia. O psiquiatra francês, especialista em pedofilos, Patrick Dunaigre, defende a existência de dois tipos de pedofilia: A de situação e a preferencial. A primeira talvez seja o tipo mais difícil de detectar. Alguns adultos, principalmente homens, atacam crianças sem, no entanto, se sentirem excitados com ela. O perigo reside na pedofilia preferencial. Ocorre quando o agressor deliberadamente escolhe crianças na pré-puberdade, antes dos 13 anos, como obscuros objetos para satisfação sexual.

De acordo com o psicólogo David L. Burton, especialista em agressão infantil da Universidade de Michigan e membro do conselho diretivo da Association for the treatment of sexual abuses (associação para o tratamento de abusos sexuais), nos Estados Unidos, cerca de 80% dos casos de abuso sexual de crianças ocorrem na intimidade do lar: pais, tios e padrastos são os principais agressores.

Uma estatística levantada pelo Laboratório de Estudos da Criança (LACRI) da Universidade de São Paulo (USP) mostra a amplitude do problema. O relatório registrou, durante 2001, 1723 casos de violência sexual contra menores no âmbito doméstico. Intitulado “A ponta do Iceberg”, o documento apenas inventaria aqueles episódios que chegaram as instâncias oficiais, como varas de família.

O pedófilo não consegue controlar o comportamento sexual por crianças, de modo que  esta atração pode passar a dominar a vida do sujeito sendo assim, o pedofilo não sconsegue manter contato sexual com pessoas da sua faixa etária devido a insegurança por não poder dominar e não tendo o outro como seu objeto de desejo.
Nas próximas duas postagens falaremos de forma mais específica do perfil do pedofilo, o impacto na sociedade e as vítimas de pedofilia.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

PSICOLOGIA CONSTRUTIVISTA E O FILME "A CORRENTE DO BEM"




Sabe-se que o indivíduo é biopsicossocial, sendo assim um indivíduo saudável deve ter todos os campos de sua vida bem ajustados. É importante que se destaque a visão científica atual do indivíduo, que é holística, para um melhor entendimento da influência da aprendizagem, fatores que independentemente da linha teórica são integrados.
        No filme “A corrente do bem”, o professor levanta uma série de questionamentos a seus alunos, se destaca o fato de não respondê-las. Ele elabora as respostas a partir do conhecimento de seus alunos, assim, considerando o que já faz parte da estrutura cognitiva prévia.
        As perguntas levantadas logo no princípio da aula tem o objetivo de desconstruir e causar uma “desequilibração”, como diz Piaget em sua teoria para gerar novas “assimilações”.
        Esse episódio contempla também a Teoria de Ausubel onde é relatado que “o fator mais importante que influencia a aprendizagem é aquilo que o aluno já sabe; descubra isso e ensine-o de acordo”. O professor faz exatamente isso ao questionar os alunos e pedir sua participação. Quando propõe a atividade para o ano letivo, não invalida o ponto de vista dos alunos. Uma aluna fala: “isso é tão...” ele não dá uma resposta pronta, mas com o auxílio e conhecimento dos demais propõe um novo conhecimento.
        Vygotsky se preocupa com o desenvolvimento da linguagem e suas relações com o pensamento, o professor desenvolveu isso com a inserção de novas palavras ao vocabulário.
        Na teoria de Ausubel a metodologia da aula não é expositiva com respostas prontas e sim por “descobertas” onde o estudante é convidado a buscar as respostas, seja na experimentação da proposta de atividade para o ano, ou ainda, com a busca pelo significado das palavras, fator que se generalizou para a mãe de um dos estudantes buscando em dicionário o significado da palavra “eufemismo”.
        Quando a proposta para o ano, elaborada pelo professor é “assimilada” pelos alunos é gerada a “acomodação”, ou seja, a mudança na estrutura cognitiva e “equilibração” do conhecimento adquirido.
        Ainda segundo a Teoria de Piaget, um fator importante é a formação de sujeitos “criativos, inventivos e descobrintes”, isso é contemplado na proposta de atividade levantada pelo professor, pois instigou os alunos a “criarem” uma maneira de executar a atividade utilizando seus prévios conhecimentos e assimilações de eventos anteriores.         
        Conforme a teoria de Vigotsky, os alunos tiveram que planejar a partir das suas relações que estabelecem com o meio, nas palavras do professor “no mundo lá fora”. Na aula de estudos sociais o professor serviu como intermediador entre os alunos e o meio. Depois que a atividade proposta pelo professor foi internalizada pelos alunos, o aluno Trevor desenvolve um signo, ou seja, elabora em diagrama, seu propósito, para que possa mediar e para poder explicar aos outros de seu meio.
        O professor questiona sobre o que o mundo significa o que ainda se enquadra na Teoria de Vigotsky com a elaboração dos significados dos signos e sua importância na interação com o meio.
        Assim com a “zona de desenvolvimento proximal”, fator importante em sua teoria, destaca se o ponto que a criança precisa da ajuda de terceiros para que o conhecimento seja apropriado, “assimilado”, “equilibrado” pela criança. Isso ocorre com Trevor, quando precisa da experimentação de sua ideia em algumas pessoas, ele queria testar sua proposta e verificar se funcionava.

        Por fim é importante destacar que os conhecimentos dos teóricos Vigotsky, Ausubel e Piaget, e outros teóricos como Skinner e Wallon, contribuem para o desenvolvimento do trabalho do educador e outros profissionais da saúde e educação. É importante que a linha de pensamento dos teóricos acima esteja em conformidade com os objetivos acadêmicos do educador, tendo em vista um melhor desenvolvimento da aprendizagem em seus alunos.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

CONVERSANDO SOBRE HENRY WALLON

        Henry Wallon fundamentou suas ideias em 4 elementos que se comunicam o tempo todo:
Afetividade, motivação, inteligência e formação do EU como pessoa.
        Ele define alguns períodos cujo desenvolvimento tem em vista os fatores emocionais, fator que o diferencia dos demais teóricos.

Período de Vida Intra-Uterina:

  Total dependência fisiológica marcada por reações motoras.
        
Estágio Impulsivo Emocional: Em geral de 0 a 1 ano.

0 a 3 meses: Impulsividade predomínio das reações puramente fisiológicas (espasmos, contrações, gritos).

3 a 9 meses Período Emocional: aparição de mímica (sorriso) as emoções são o principal instrumento de interação com o meio, neste período o contato como a mamãe-bebê é fundamental, as emoções prevalecem.

9 a 12 meses: os movimentos infantis são um tanto quanto desorientados, começa a sistematização dos exercícios sensório-motores. Exploração do espaço circundante ampliado pela locomoção.

        O Período sensório-motor: segundo Wallon acontece por volta dos dois anos, a criança começa a engatinhar, acontecem os primeiros passos e também as primeiras palavras assim como a imitação.

        O Período do personalismo: dos 3 a 5 anos é um período de confrontos e formação da autonomia, a birra é comum nesta fase.

        Depois destes estágios Wallon descreve:

Período da puberdade e da adolescência: 
( Filme "Aos 13, narra sobre o período da adolescência e destaca algumas situações que podem ocorrer no período)

Onde cita como sendo uma crise comparada a dos 3 anos, é comum a atenção sobre sua própria pessoa, acontece a crise de identidade, é comum ocorrer decisões precipitadas e escolhas erradas é uma fase de profundas descobertas. 

Período da Fase Adulta: 


A pessoa atinge um certo equilíbrio entre o desenvolvimento emocional e o intelectual. Nós estamos em constante transformação. E o adulto continua se desenvolvendo, pois o conhecimento não é estático.

Utiliza-se como exemplo o Filme “O Jardim Secreto”.

        Ele  retrata a história de Collin, um menino que até os 10 anos viveu em seu quarto. Collin foi privado do contato com o mundo exterior por apresentar uma suposta doença. Não teve interação com outras crianças. Collin pulou alguns estágios de desenvolvimento descritas por Walon.
  • Período Impulsivo emocional pois foi privado do contato com o mundo.
  • Período Sensório-Motor, pois não andou no tempo determinado.
  • Período do Personalismo, a falta de contato com outras crianças prejudicou a formação da autonomia de Collin. Sua vida mudou com a chegada de sua prima. 

        Foi preciso a presença de uma criança para mostrar suas possibilidades. Collin decide enfrentar o mundo. Passa a interagir com a natureza, situações que até então eram desconhecidas. 
Conseguiu superar seus maiores obstáculos e passou a ter uma nova vida.


“Há duas formas para viver a sua vida: Uma é acreditar que não existe milagre. A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre”. Albert Einstein

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